Os 5 gols mais bonitos de Lucas pelo SPFC, segundo o Jogador


Mesmo com poucos gols na carreira é inegável que o craque já possui uma coleção de gols bonitos melhor do que muitos atacantes consagrados. Só perde para o Dodô (esse sabia fazer gols bonitos).

Veja a seleção top 5 feita pelo próprio jogador.

Top 5 Lucas

Dos 5 gols eleitos, 2 foram contra o Coxa. Tomara que ele repita alguns destes gols hoje no Couto Pereira, mas se for gol feio, não tem problema não.

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Raí escreve sobre a 1ª ibertadores


Raí escreveu um texto sobre os 20 anos da primeira conquista do São Paulo em copas Libertadores. Para mim, Raí é o ídolo máximo do São Paulo e tem o mesmo peso que Zico tem para o Flamengo e Pelé para o Santos.

Ver o time comandado por Raí no início dos anos 90 era sinônimo de vitória, simplicidade e eficiência. Telê certamente foi o mestre, mas Raí foi o terror do Morumbi.

Obrigado Raí, por ter me dado tantas alegrias.

Foto/Divulgação

Inesquecível, por Raí:

Dezessete de junho de 1992. Acordo, como sempre em dia de jogos, por volta das 11h. Desta vez, por motivos óbvios, fui dormir mais tarde que o normal. Imagens de uma noite que poderia entrar para história se antecipavam em minha mente.

Tínhamos um grupo amadurecido por derrotas passadas, fortalecido por ensaios incansáveis e determinado como todo grande vencedor. Contra o Newell’s Old Boys, esperávamos um jogo duro, duríssimo, depois da derrota de 1 a 0 no jogo de ida, mas algo nos dizia que este era o nosso dia. A segurança vinha de uma relação construída por anos. Nada que se consiga em semanas.

Depois de despertar de uma preguiça tranquilizadora, na certeza que toda energia possível havia sido reabastecida, vou ao banho despertador. O aquecimento de um grande espetáculo começava ali. Em meu ritual de guerra, começo com água morna e, pouco a pouco, vou esfriando a água, até chegar a sensação de um choque térmico. Naquele momento vem o aviso, do consciente para os músculos, que naquele dia algo raro vai se passar. Que as primeiras contrações não venham apenas para se movimentar, mas principalmente para se superar. Olho no espelho, e me aprofundo em concentrar que tudo que vem a partir dali é rumo à final, rumo a um final.

Saio do quarto e cruzo companheiros que reforçam meu pensar, e que se fortalecem com minha introspectiva cumplicidade. A expressão que ecoa no ar é… “É Hoje!!!”

No almoço, não se alimenta, se armazena! Nada além do que possa ser demasiado. Assuntos vagam, sobre o jogo, a vida e amenidades, mas a atenção/tensão já tem destino. Palavras vêm e vão, mas tudo resta superficial, nada pode abalar ou desviar o/do alvo.

Lembro de um dirigente me contar que o São Paulo havia perdido sua única chance (1974), até então, de ser campeão da Libertadores, principalmente porque um jogador tinha perdido um pênalti.

A decisão é à noite, o dia é longo, os minutos compridos, vem uma mistura contraditória de “que venha logo” com “quero mais para estar melhor”.

Na preleção, o Mestre nos relembra alguns detalhes do adversário, mas sobretudo do nosso arsenal de possibilidades. Mas na certeza que tudo já tinha sido devidamente trabalhado, nos conforta com histórias de sua vida profissional e curiosidades da profissão. Em uma mistura de tesão/motivação, com maturidade de momentos decisivos vividos.

No caminho ao estádio, a magia do rugido da massa. O tricolor se transforma em sangue, o símbolo em brasão, e a energia da torcida parece nos carregar. O frisson do ambiente criado pelos aficionados causa uma espécie de ebulição.

O vestiário é nosso templo, ali se via olhos em brasa, sonhos em gestos, companheirismo em saudações. Momentos antes de entrar em campo, mensagens dos líderes e gritos de guerra dão o toque final.

A dificuldade da partida se prolonga mais que o programado, o tão sonhado gol libertador não chega no período esperado. O jogo entra no último quarto de hora, indefinido. É chagada a hora de puro coração, do inesperado, do forçado, de assumir todos os riscos, mais nada a perder. Nessa hora é que se viu o quanto a equipe era madura. Tentamos o tudo, sem nos expor ao nada.

E no desespero dos argentinos com tanta obstinação , nosso talismã, Macedo, é puxado dentro da área. Pênalti. A massa, de quase 110 mil pessoas, vai à loucura. Todos os companheiros comemoram. O único a não comemorar sou eu. O batedor.

Naquele momento em que peguei a bola, depois de alguns incentivos amigos, o mundo se fechou. Ali era eu, ele, o goleiro, e o destino de um clube, de uma geração.

Com uma trilha sonora ensurdecedora, me preparo. Quando dou alguns passos para trás, percebo que o barulho da euforia se transforma em um quase silêncio da expectativa. Corro para a bola, na certeza de ter feito tudo para estar pronto para aquele momento. E com toda confiança de meus companheiros, marco. GOL…

Nem comemoro. Vou em direção à bola, brigo como um leão faminto para recolocá-la em jogo. Sabia que havia um grupo vencedor, pronto para ser campeão da América, que era uma questão de tempo. Não tivemos tempo suficiente para matar ali, precisávamos da disputa nos pênaltis.

Quando os cinco batedores foram escolhidos, o Telê perguntou quem seria o primeiro. Sem titubear, respondi que seria eu. Ele ainda insistiu: “Mas você acabou de cobrar um”. E respondi: “Pode deixar”.

Depois foi uma questão de saber quantas cobranças o Zetti pegaria. O homem que nos garantiu tantas vezes iria nos levar ao título.

Depois da vitória sacramentada, a invasão se transformou em um dos momentos mais marcantes do futebol brasileiro! Uma grande comunhão entre nós e aqueles que tiveram papel decisivo.

Mais que uma grande comemoração, acontecia uma premonição, que ali era apenas o começo de muitas glórias internacionais.

Fonte: globo.com

Ficha técnica São Paulo 1 x 0 Atlético MG


FICHA TÉCNICA SÃO PAULO 1 X 0 ATLÉTICO-MG

Local: estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)

Data: 17 de junho de 2012, domingo

Horário: 16 horas (de Brasília)

Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)

Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva (Fifa-GO) e Cristhian Passos Sorence (GO)

Assistentes adicionais: Fabio Filipus (PR) e Antonio Frederico de Carvalho Schneider (RJ)

Renda: R$ 304.052,00
Público: 10.981 pagantes

Cartões amarelos: Douglas e Lucas (São Paulo); Pierre (Atlético-MG)
Cartões vermelhos: Luis Fabiano (São Paulo)

Gols: 
SÃO PAULO: Luis Fabiano, aos 40 minutos do primeiro tempo.

SÃO PAULO: Denis; Douglas (Rodrigo Caio), Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Fabrício (Maicon), Casemiro, Cícero e Jadson; Lucas (Osvaldo) e Luis Fabiano
Técnico: Emerson Leão

ATLÉTICO-MG: Giovanni, Carlos César (André), Réver, Rafael Marques e Júnior César; Pierre (Leandro Donizete), Richarlyson, Danilinho (Juninho) e Ronaldinho; Bernard e Jô
Técnico: Cuca

Lucas é o cara!


O jogo do São Paulo contra o Coritiba tinha tudo para ser um pesadelo para o tricolor. O time começou desarrumado, com espaços entre o meio e a defesa inaceitáveis para um time que joga junto a tanto tempo e pouquíssimo poder de fogo. Os raros momentos de contra-ataque (isso mesmo, contra-ataque) do time do Morumbi levaram pouco perigo ao gol do Coxa.

Coxa, aliás, muito bom time, acertadinho pelo técnico Marcelo Oliveira (abra o olho tricolor) e com os perigosos Everton Ribeiro e Everton Costa infernizando a defesa São paulina.

A partir dos 20 minutos o time começou a se reorganizar e Paulo Miranda que começou afoito se acalmou e, com tranquilidade e qualidade nos passes, passou a armar os rápidos contra-ataques do time. Podia ter se saído muito bem no jogo, mas sua ridícula expulsão no segundo tempo mostrou que não tem como jogar no clube, pelo menos no esquema 4-4-2. Num esquema 3-5-2 com Rodolpho e João Filipe iria se consagrar. Escrevo isso com convicção, pois são 3 zagueiros que sabem sair jogando.

Após a expulsão de Paulo Miranda o tricolor morreu e passou a assistir o jogo. Um Luís Fabiano claramente desmotivado durante todo o jogo como tem sido frequente ultimamente e todas as esperanças depositadas em Lucas foi a tônica dos últimos 30 minutos. E não é que o nosso 7 conseguiu? Correu, tentou, morreu de cansado, ressuscitou, driblou e marcou. GOOOOLLL salvador já no final do Jogo.

Fica claro que Lucas é O CARA das decisões. Se Neymar virou Neymarolinha contra Argentina e Corinthians, Lucas foi um tsumani pra cima do Coxa ontem.

Parabéns a Lucas e ao Leão, que mesmo com 10 ousou ao colocar Ademilson no final.

 

 

 

 

 

 

 

Crédito: Wander Roberto/VIPCOMM

 

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO X CORITIBA

Local:estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)

Data:14 de junho de 2012, quinta-feira

Horário:21 horas (de Brasília)

Renda:R$ 1.535.589,00

Público:40.448 pagantes

Árbitro:Ricardo Marques Ribeiro

Assistentes:Altemir Hausmann e Márcio Eustáquio Santiago

Cartões amarelos:Sérgio Manoel, Roberto e Ayrton (Coritiba)

Cartões vermelhos:Paulo Miranda (São Paulo)

Gols: SÃO PAULO: Lucas, aos 44 minutos do segundo tempo.

SÃO PAULO:Denis; Douglas, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez (Ademilson); Denílson, Casemiro (Maicon), Cícero e Jadson (Edson Silva); Lucas e Luís Fabiano

Técnico: Emerson Leão

CORITIBA:Vanderlei; Ayrton, Demerson, Emerson e Lucas Mendes; William, Sergio Manoel, Gil (Tcheco) e Everton Ribeiro (Lincoln); Roberto (Anderson Aquino) e Everton Costa

Técnico:Marcelo Oliveira

Caso Oscar – Inter ganhou, mas perdeu.


O final do caso Oscar foi melhor para o São Paulo do que o esperado e a torcida do Inter está certa em comemorar, pois terá o jogador até junho de 2015 à sua disposição (tempo de duração do contrato vigente). Pelo futebol que tem mostrado, poderá ser o motor do time nos próximos anos e pode trazer títulos importantes para o clube, não há dúvidas sobre isso. Apenas gostaria de dar o meu ponto de vista sobre como o Inter perdeu nesta história:

– o Inter já havia pago R$ 7 milhões por 50% dos direitos do atleta no passado.

– Some-se agora os R$ 5 milhões que o Inter terá que pagar para ter 50% do atleta em definitivo, uma vez que Giuliano Bertolucci e o banco BMG bancarão os R$ 10 milhões restantes. O Inter manterá 50% dos direitos econômicos sobre o jogador. A dupla Bertolucci e Oscar além do banco BMG ficarão com 25% cada um, segundo noticiou Leandro Behs do Jornal Zero hora, que cobre todo o processo no Sul. leia aqui

– Sabendo da índole do jogador e seu empresário, sedentos por dinheiro, quem garante que o meia não irá pedir aumentos expressivos no seu salário caso mantenha o bom futebol nos próximos anos. Quem banca estes salários é o Inter e certamente o atleta pleiteará salários equivalentes ao dos craques consagrados do elenco, muito maiores do que o de Oscar.

– Fora isso, com várias sócios nos direitos federativos do meia, o Inter ficará em posição muito ruim caso propostas tentadoras comecem a chegar do exterior. O caso de PH ganso no Santos é emblemático. Enquanto o Santos não aceita as propostas medianas que chegam, os investidores pressionam pela rápida venda para reaver o valor investido no atleta.

– O momento do futebol Europeu também não é favorável para que o Inter receba uma boa proposta por Oscar e o horizonte de curto prazo é desalentador para os clubes do velho continente.

No final das contas, o imbróglio acabou sendo mais favorável ao São Paulo, pois conseguiu chegar muito próximo do valor almejado e tirou do elenco um jogador descontente. Vale ressaltar que o valor de R$ 15 milhões é o maior valor pago por um jogador dentro do futebol brasileiro e não teria acontecido se o tricolor não tivesse agido dessa maneira.

Enfim, o Inter ganhou, mas perdeu. Vai com Deus Oscar!

 

 

 

 

 

 

 

Credito-Vipcomm

 

 

Bola Cheia e Bola Murcha – São Paulo 1 x 0 Bahia


Ontem foi a primeira vez que meus filhos foram ao Morumbi. O dia estava muito bonito e propicio para levar crianças ao estádio. O SPFC deveria pleitear mais jogos no domingo, as 16hs.

O  jogo foi muito fraco tecnicamente, mas teve seus destaques:

Bola cheia: 

– Denilson: correu e marcou muito. Dedicação total à camisa, mesmo tendo dificuldades na saída de bola.

– Paulo Miranda: Jogou demais ontem, ganhou tudo de cabeça e ainda fez alguns lances de categoria. Bola cheia merecidamente.

– Torcida: embora tenha comparecido em pequeno número para um domingo bonito como ontem, os 10 mil torcedores cantaram e apoiaram muito o time.

– Resultado: 3 pontos em casa devem ser conquistados sempre.

Bola murcha: 

– Primeiro tempo: O SPFC começou bem, mas aos poucos começou a perder gás e aceitou passivamente o resultado.

– Rafinha: Não é mal jogador, mas precisa de experiência para se posicionar melhor em campo e arriscar mais chutes ao gol.

– PM: fui com meus dois filhos ao estádio e o mais novo dormiu pouco antes de começar o jogo. Foi muito difícil convencer a PM a liberar a entrada do carrinho de bebê. No final deu tudo certo.

 

Carta de Oscar ao São Paulo


Reproduzo aqui matéria sobre a carta que Oscar enviou ao SPFC em resposta à nota oficial enviada pelo clube após decisão doa justiça que indeferiu o pedido de liminar e extinguiu o processo ajuizado pelo Atleta Oscar, na qual se buscava a suspensão dos efeitos do acórdão anteriormente proferido pelo TRT da 2ª Região

Autor: Jeremias Wernek e Renan Prates
Fonte: Agora São Paulo

O meia Oscar enviou no último dia 20 uma carta ao São Paulo reiterando seu desejo de permanecer no Inter. O documento, assinado por seu advogado, também repudia de forma oficial da medida adotada pelos paulistas, de depositar um valor referente ao salário do atleta em uma conta bancária em Porto Alegre.


Oscar escreve a Juvenal e reclama de “abuso ao trabalhador e ao ser humano”

Oscar também define a postura do São Paulo como “abusiva, reprovável e da mais absoluta má-fé”, no que analisa ser uma manobra para aumentar o valor da multa rescisória em possível acordo futuro para o imbróglio jurídico.

O estafe do Oscar confirmou ao UOL Esporte a veracidade da carta, mas disse não saber se o presidente do clube, Juvenal Juvêncio, teve acesso ao documento e que tipo de procedimento o São Paulo tomará. O vice-presidente de futebol do Tricolor, João Paulo de Jesus Lopes, disse que soube da manifestação do jogador, mas também não teve o parecer da atitude a ser tomada por Juvenal.

Confira os principais trechos da carta enviada por Oscar:

Prezados Senhores,

1 – Diante da nota oficial divulgada no último dia 18.04.2012 pelo SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE (“São Paulo”), o atleta OSCAR EMBOABA JUNIOR (“Atleta”) reafirma, como já o fez inúmeras vezes e inclusive em público, a sua vontade de permanecer no SPORT CLUB INTERNACIONAL (“Internacional”), não tendo qualquer desejo de restituir ou manter seu vínculo com o São Paulo.

2 – A comunicação do São Paulo de que unilateralmente e por liberalidade passaria a depositar ao Atleta o valor do salário que este percebe no Internacional já é de imediato negada e recusada pelo Atleta, que, repita-se, não deseja manutenção de qualquer vínculo com o São Paulo, tendo inclusive manifestado nos autos do processo em que litiga com o clube, a sua vontade de permanecer no Internacional, ainda que sujeito ao pagamento de cláusula penal contratual, dentro dos limites e calculada pelos parâmetros legalmente previstos.

Foto 1 de 126 – Oscar se prepara para iniciar treino pelo Internacional Agência Freelancer
3 – O ato unilateral por parte do São Paulo de majorar o salário do Atleta sem consentimento deste é inclusive ilícito, tendo em vista que o artigo 468 da Consolidação das Leis do Trabalho veda expressamente a alteração contratual que não ocorra por mútuo consentimento das partes, ainda que benéfica ao trabalhador, quanto mais aquelas que possuem claro objetivo de impor grave prejuízo ao trabalhador, como é o caso.

4 – De fato, a despeito de sugerir que passará a depositar na conta do atleta o mesmo salário que atualmente recebe de seu atual empregador, o Internacional, como forma de livrá-lo de “pressões” e para que não tenha “prejuízo patrimonial”, a real intenção do São Paulo Futebol Clube, de forma totalmente abusiva, reprovável e reveladora da mais absoluta má-fé com que age o clube, é forçar uma improvável interpretação jurídica quanto ao aumento da cláusula penal, que seria contabilizada tendo por base os valores percebidos pelo Atleta, o que geraria, unicamente, prejuízo ao trabalhador que deseja unicamente se desligar do São Paulo. Tal comportamento do São Paulo revela, mais uma vez, o abuso praticado pelo clube e o desrespeito ao atleta de futebol, ao trabalhador e ao ser humano Oscar.

Ficha Técnica: São Paulo 4 x 1 Bragantino


FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 4 x 1 BRAGANTINO

Local:Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)

Data:21 de abril de 2012, sábado

Horário:18h30 (de Brasília)

Árbitro:Wilson Luiz Seneme

Assistentes:Herman Brumel Vani e Danilo Ricardo Simon Manis

Assistentes adicionais:Marcelo Aparecido de Souza e Marcelo Rogério

Cartões amarelos:Paulo Miranda e Luis Fabiano (São Paulo); Wellington, Eder, Luiz Henrique e Victor Ferraz (Bragantino)

Gols:

SÃO PAULO: Fernandinho, aos 18 minutos do primeiro tempo; Luis Fabiano, aos sete e aos 23, Osvaldo, aos 38 minutos do segundo tempo.

BRAGANTINO: Júnior Lopes, aos 19 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO:Dênis; Piris, Rhodolfo (João Filipe), Paulo Miranda e Cortez; Denilson, Cícero e Jadson (Casemiro); Fernandinho, Lucas (Osvaldo) e Luis Fabiano

Técnico: Emerson Leão

BRAGANTINO:Rafael Santos; Júnior Lopes, André Astorga, Luiz Henrique (Léo Jaime) e Eder; Serginho, Cambará (Wellington), Victor Ferraz e Fernando Gabriel; Romarinho (Paulo Roberto) e Giancarlo

Técnico:Marcelo Veiga.

Renda:R$ 828.845,00

Público:25.555 pagantes

A renda foi muito boa, mas o São Paulo ficou com apenas 50% da renda, conforme critério adotado pela federação quando da definição dos jogos semifinais. O Paulista não garante grandes rendas, mas o Morumbi, pelo seu porte, é o único estádio capaz de gerar boas receitas nas fases finais.

Análise do elenco do São Paulo Futebol Clube para o Brasileiro 2012


Apesar de estar praticamente certa a perda de Lucas e Casemiro para a seleção brasileira que estará nas olimpíadas, vejo o elenco do tricolor ainda muito forte para o restante da temporada e aposto que teremos bons reforços a caminho. Minha análise:

Defesa: Ponto mais carente do elenco 

RCeni: Sua volta é um grande reforço, não só pela liderança sobre o grupo, mas pela capacidade. As cobranças de falta diretas para o gol voltarão a ser uma opção de verdade no tricolor

Henrique Miranda: Tem que ganhar ritmo de jogo se quiser ser uma sombra ao bom Cortez. Quando acionado no paulista não mostrou a mesma qualidade apresentada na copinha de 2011.

Douglas: Incógnita. Não conheço o seu futebol. Prefiro o Rodrigo Caio como substituto de Piris ou até mesmo como titular.

Zaga: Hoje, somente Rodolpho é unanimidade. É, juntamente com a lateral direita o setor menos guarnecido de boas peças. Eu daria novas chances ao João Filipe e tentaria trazer algum nome de peso. Breno está no topo da minha lista, mas não descartaria uma contratação mais ousada, como o Miranda, por exemplo. Lugano não deve sair tão cedo da Europa.

Meias: O melhor setor atualmente com Lucas, Cícero, Casemiro, jadson e Denílson entrosados. Deveremos ter bons reforços para o segundo semestre, sem a necessidade de novas aquisições:

Wellington: A volta do meia deve ocorrer somente depois dos jogos de Londres e o atleta deverá estar voando no final da temporada. Além dele, Rodrigo Caio ainda pode crescer muito.

Cañete:  Finalmente deve estrear direito pelo SPFC e será uma ótima opção para compor o meio criativo na ausência de Lucas. Deve se firmar como opção entre os meias.

Fabrício: Outro que deve ganhar ritmo de jogo e melhorar muito.

Maicon: Começou bem, mas está caindo de produção. Foi o maestro do bom time do Figueirense e pode brigar por uma vaga.

Ataque: Temos bons nomes, mas poderíamos estar melhores. Os quatro atacantes do elenco atual, Fernandinho, Fabuloso, W. José e Oswaldo tem dado conta do recado, mas o histórico de contusões preocupa.

Ademílson: Dizem que é bom. Na copinha eu não vi nada demais.

Rafinha: nunca vi jogar e não posso opinar

Oscar: Seria o nome ideal, mas não tem clima para atuar num eventual retorno ao clube. Perderíamos o jogador nas olimpíadas.

Se for para contratar, tinha que ser alguém para chegar com condições de assustar o Fabuloso. Meus preferidos: Forlan e Nilmar.

Técnico: deixem o Leão trabalhar…

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Caso Oscar: o imbróglio continua e deve perdurar.


Oscar pronunciou-se ontem, 16/04, no Arena Sportv e foi duro e direto: Não quer mais jogar no SPFC, quer permanecer por muitos anos no Inter e deseja um desfecho rápido para o imbróglio.

Dá para tirar algumas conclusões da decisão de Oscar:

– O jogador perdeu mais uma vez a chance de se acertar amigavelmente com o SPFC, voltar e tentar brilhar no clube mais vitorioso do Brasil. Fechou as portas!

– Ganharam momentaneamente o Inter e sua torcida: O garoto está com moral no Sul e o Inter deve ganhar o jogador beneficiado pelo provável efeito suspensivo da sentença que foi favorável ao SPFC.

– Ganha a seleção brasileira que terá à disposição um jogador de bom nível técnico que poderá brilhar nas olimpíadas, jogando com craques como Neymar, Lucas e PHGanso.

– Ganham os empresários que aliciam os jogadores sem o menor pudor e depois desaparecem ancorados nos clubes que eles mesmos adoram trair.

– Ganham os garotos das bases dos clubes que, salvo raras exceções, não demonstram qualquer amor aos clubes formadores e só pensam na carteira.

– Perde o futebol brasileiro, que verá mais um litígio jurídico custoso e que trará consequências no longo prazo. Estou certo de que este caso ainda terá capítulos “caríssimos” tanto para São Paulo como para o Internacional, dois clubes dos mais organizados do país, mas que mostram uma imaturidade sem tamanho na hora de resolver algo criado por terceiros. Dois clubes dessa grandeza não deveriam dar tanto espaço para um jogador notoriamente despreparado e mal amparado por seu agente.

Tomara que pelo menos alguma lição saia disso tudo.

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